Jairo Marques, que é cadeirante, aborda aspectos da vida de pessoas com deficiência e de cidadania. Aqui, você encontra histórias de gente que, apesar de diferenças físicas, sensoriais, intelectuais ou de idade, vive de forma plena.
Sem dúvidas, os jogos disputados pelo povo “malacabado” geram sempre imagens marcantes, emocionantes, históricas. Saber contemplar a diversidade, sem julgamentos, é uma maneira importante de amplicar a inclusão e de respeitar as diferenças!
Meus amigos fotógrafos Rui Martins e Marcelo Skaf estão fazendo vários ensaios aqui nos Jogos Parapan-americanos de Toronto. Eles cederam várias delas, de momentos distintos, para o blog!
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Por onde passa, a nadadora brasileira Esthefany de Oliveira, que foi ouro no revezamento, chamada a atenção com seu ‘carrinho’ de transporte. Ela tem encurtamento dos membros
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O rugbi em cadeira de rodas talvez seja a modalidade mais imagética dos jogos. É muita porrada. A equipe brasileira é novata nos jogos e com poucas chances de medalha
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O futebol de cinco, jogado por pessoas com deficiência visual, surpreende os espectadores pelos dribles dos atletas. O Brasil é favorito ao ouro
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O basquete em cadeira de rodas exige flexibilidade e agilidade dos atletas
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A diversidade de formas físicas é maior na natação. Gente de todas as maneiras dando o seu melhor nas piscinas